domingo, 27 de janeiro de 2013

Nas Ondas Da Leitura

 
"Viemos ao mundo para realizar algo único e especial.
Se não fizermos isso, o especial jamais acontecerá."
Benjamin E. Mays
 
O projeto cultural Nas Ondas Da Leitura, edição 2013, foi lançado na última sexta-feira na Livraria Porto das Letras de Santos, voltado para o incentivo à leitura, para compartilhar histórias de poetas e surfistas e para a preservação da vida nos oceanos.
 
 
 
 

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Celebrando o Livro, a Leitura e o Surf em Santos!

                                                           NAS ONDAS DA LEITURA

Happy Hour Livraria Porto das Letras

Dia 25 de janeiro de 2013

                                                Das 17:00 às 21:00 horas         

Av. Senador Pinheiro Machado, nº 1024

Santos SP Brasil

“Toda vida merece um livro.”

Mario Vargas Llosa

O Projeto Nas Ondas da Leitura da Organização Neo Humanitarismo Universalista almeja compartilhar o livro e a leitura , promovendo um encontro entre poetas, surfistas e leitores , através de atividades literárias divertidas, porque acreditamos na celebração da troca de experiências entre as pessoas, na sustentabilidade e na esperança.

Vamos ouvir histórias de poetas inspirados pelas ondas do mar... 

Vamos ouvir histórias de surfistas descrevendo o aprendizado da arte das ondas...

 Realizaremos leituras públicas da Revista Fluir, a maior revista de Surf do Brasil, e de livros escritos por surfistas, com destaque especial para as seguintes obras:

- “Outras Ondas” de Fred d’ Orey;

- “O Surfista Peregrino” de Sidão Tenucci;

- “Pelo Amor” de Kelly Slater;

Nas Ondas da Leitura: Celebrando  a Cultura do Surf em Santos! Happy Hour na Livraria Porto das Letras com lançamentos exclusivos do Grande Poeta Amorim  e do Mestre do Surf Cisco Araña,simplesmente imperdível!

Apoio Cultural:

Livraria Porto Das Letras

Revista Fluir

Waves Editora

Realização:
 
Organização Neo Humanitarismo Universalista

 


 

   

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

Ano Internacional Da Cooperação Pela Água


Celebrando o Ano Internacional Da Cooperação Pela Água no Brasil, através do Núcleo de Cinema Ambiental da Organização Neo Humanitarismo Universalista, mobilizando seres humanos em prol da Cooperação pela Água...

Vamos compartilhar "A Carta da Água", que Voluntários da Rede de Pais e Professores da Organização Neo Humanitarismo Universalista estão divulgando para a conscientização de todos os seres humanos de boa vontade do Planeta Terra:


"Carta da Água ..."

"Estamos no ano 2070.

 Acabo de completar 50 anos, mas a minha aparência é de alguém com 85. Tenho sérios problemas renais porque bebo pouca água. Creio que me resta pouco tempo de vida. Hoje sou uma das pessoas mais idosas desta sociedade. Recordo quando eu tinha 5 anos.

Tudo era muito diferente.

Haviam muitas árvores nos parques. As casas tinham bonitos jardins e eu podia desfrutar de um banho de chuveiro prolongado.  

Agora usamos toalhas com óleo mineral para limpar a pele, porque não temos água. Antes, todas as mulheres mostravam as suas formosas cabeleiras. Agora, raspamos a cabeça para mantê-la limpa sem água. Antes, meu pai lavava o carro com a água que saía de uma mangueira. Hoje os meninos não acreditam que utilizávamos a água dessa forma.

Recordo que haviam muitos  anúncios que pediam para ECONOMIZAR ÁGUA,  só que ninguém lhes dava atenção. Pensávamos que a água jamais terminaria. Agora, todos os rios, barragens, lagoas e lençóis aquíferos estão irreversivelmente contaminados  ou esgotados.

Imensos desertos constituem a paisagem que nos rodeia.  As infecções gastrointestinais, enfermidades da pele e das vias urinárias são as principais causas de morte. A indústria está paralisada e o desemprego é dramático.  As fábricas  são a principal fonte de emprego e pagam os empregados com água potável em vez de salário. Os assaltos por um garrafão de água são comuns nas ruas desertas. A comida é 80% artificial.

Antes, a quantidade de água indicada como ideal para se beber era oito copos por dia, por pessoa adulta.  Hoje só posso beber meio copo. A roupa é descartável, o que aumenta grandemente a quantidade de lixo. Tivemos que voltar a usar as fossas sépticas como no século passado porque a rede de esgoto não funciona mais por falta de água. A aparência da população é horrorosa:  corpos desfalecidos, enrugados pela desidratação, cheios de feridas na pele causados pelos raios ultravioleta pois já não existe mais a camada de ozônio que os filtravam.

Com o ressecamento da pele, uma jovem de 20 anos parece ter 40. Os cientistas investigam, mas não há solução possível. Não se pode fabricar água, o oxigênio também está   degradado por falta de árvores, o que diminui o coeficiente intelectual das novas gerações.

Alterou-se a morfologia dos espermatozoides de muitos indivíduos. Como consequência, há muitas crianças com deficiências, mutações e deformações. O governo até nos cobra pelo ar que respiramos: 137 m3 por dia por habitante adulto. Quem não pode pagar é retirado das "zonas ventiladas", que estão dotadas de gigantescos pulmões mecânicos que funcionam com energia solar.

Esse ar não é de boa qualidade, mas se pode respirar. As pessoas vivem em média 35 anos.

Em alguns países resta um pouco  de vegetação com o seu respectivo  rio que são fortemente vigiados pelo exército. A água tornou-se um tesouro muito cobiçado, mais do que o ouro ou os diamantes. Aqui não há árvores porque quase nunca chove. E quando chega a ocorrer uma precipitação, a chuva é ácida.

As estações do ano foram severamente modificadas pelas explosões atômicas e pela poluição das indústrias no século XX. Fomos advertidos que era preciso proteger o meio ambiente,   mas ninguém deu importância. Quando a minha filha me pede que lhe fale de quando eu era jovem, descrevo o quão bonito eram os bosques. Falo-lhe da chuva e das flores, do prazer de tomar banho , de poder pescar nos rios e barragens e de beber toda a água que se quisesse.

O quanto éramos saudáveis!

Ela me pergunta:

- Papai! Por que a água acabou?

Então, sinto um nó na garganta! Não posso deixar de me sentir culpado, porque pertenço à geração que destruiu o meio ambiente, sem dar importância a tantos avisos. Agora,  nossos filhos pagam um alto preço...  Sinceramente, creio que a vida na terra já não será possível em breve, porque a destruição do meio ambiente é irreversível.

Como gostaria de voltar atrás e fazer com que  toda a humanidade compreendesse isto... enquanto ainda é possível: salvem o nosso Planeta Terra!