quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Poemas de Origami na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Julia Mikita & Isabella Pawlak.


O livro "Poemas de Origami" da All Print Editora,  em parceria com a Organização Neo Humanitarismo Universalista, terá Sessão de autógrafos na 24° Bienal de São Paulo, com a presença das autoras, Julia Mikita e Isabella Pawlak.

Os visitantes da  24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, poderão conhecer as autoras do livro Poemas de Origami  e se divertir na oficina de origami do projeto Paper For Peace, do Clube Sadako Sasaki.

As jovens escritoras Julia Mikita e Isabella Pawlak  estarão no stand da All Print Editora, autografando o livro “Poemas de Origami” no dia 30 de agosto, a partir das 13:00 horas.

O livro Poemas de Origami representa a união da sensibilidade humana com a habilidade manual de poder criar formas apenas com um pedaço de papel, escritos a 7 mãos por duas jovens poetas, favorecendo a concentração, a paciência, a inspiração, a emoção, a dedicação, a composição e a satisfação pessoal de fazer algo realmente criativo entre centenas de dobraduras, versos, estrofes ou simplesmente prosa, repleta de sentimento, profundamente humana; sob os auspícios de paz e harmonia, das quatro estações do ano, que registram através de um haicai, o passar do tempo entre o céu e a terra, do Oriente ao Ocidente.
São poemas do Brasil para o Japão, e do Japão para o mundo, oriundos do Porto de Santos, onde em 1908 aportou o navio Kasato Maru, trazendo a bordo os primeiros 781 imigrantes japoneses.




Serviço:
Poemas de Origami na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Sessão de Autógrafos com as autoras Julia Mikita e Isabella Pawlak
Data: 30  de agosto de 2016 – 13:00 às 15:00 horas
Local: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Parque Anhembi - São Paulo - SP

CLUBE DE LEITURA #LEIAMULHERES APRESENTA "PAIXÃO PAGU" EM SANTOS



No próximo dia 3 de setembro, acontecerá o encontro do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, com a mediação de Jam Pawlak e Julia Mikita na Oficina Cultural Pagu,  instalada na Cadeia Velha,  Praça dos Andradas, s/n Centro, Santos, no  horário das 15:00 às 17:00 horas,  em  debate estará o livro “Paixão Pagu” a  autobiografia precoce de Patrícia Galvão, logo em seguida será realizada a leitura dramática do monólogo Pagu X Pagu, baseado no texto do livro “Paixão Pagu” em homenagem ao 58º FESTA, Festival Santista de Teatro – Mostra Paralela.

A autobiografia precoce de Patrícia Galvão é um livro para ser lido de uma só vez, devorado sem piscar os olhos, e ao mesmo tempo, também é uma carta depoimento, um convite aberto para uma história repleta de angústia, dor, luta, aprendizado, sentimento, autenticidade, e uma personalidade perturbadora que destoa do mundo pequeno burguês que a sufoca. Pagu é moderna demais para um mundo de mente estreita, é uma mulher extremamente forte para uma época na qual as mulheres não tinham nem prerrogativa ou sequer perspectiva de dias melhores; em um Brasil pré-moderno, onde elas não tinham voz, não tinham sonhos e não podiam “desejar” absolutamente nada, e se por acaso, cometessem o erro de se expressar através das palavras, e essas palavras acabassem publicadas nos jornais, os próprios jornais outorgavam a seguinte sentença: Autor Anônimo.

O monólogo Pagu X Pagu  nos coloca frente a frente com Pagu, na cela onde ela ficou presa, devorada pelas regras impostas pelo paternalismo do estado nacional, no auge dos  anos 30/40, sob a sina de irresponsável, exibicionista, incompreendida pela família e pela sociedade, inquieta, pervertida pelos excessos do movimento antropofágico,   corrompida pela produção intelectual sem limites, e em busca de uma diversidade surreal.

Patrícia Rehder Galvão, Pagu, foi a primeira mulher presa por motivações políticas no Brasil no século XX, há exatos 85 anos, quando participou da organização de uma greve de estivadores em Santos.

Pagu foi escritora, jornalista, produtora cultural e uma das grandes mulheres do movimento modernista brasileiro.



Serviço:

Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos apresenta Paixão Pagu
Oficina Cultural Pagu -  Dia 3  de setembro de 2016 – 15:00 horas
Cadeia Velha - Praça dos Andradas, s/n Centro – Santos – SP – Brasil



terça-feira, 23 de agosto de 2016

Leia Mulheres Santos: experiências incríveis em pauta!


Santos, uma cidade de leitores.

A primeira edição do Leia Mulheres em Santos, aconteceu no dia 10 de junho de 2016, na Oficina Cultural Pagu. Era uma noite muito fria, mas os nossos corações estavam aquecidos pelo imenso amor à leitura e à obra de Clarice Lispector, que escolhemos para o lançamento do clube de leitura em Santos.


Anunciando o clube de leitura Leia Mulheres.


Compartilhando o livro de Clarice Lispector, que nos conduziu pelos caminhos do amor e da amizade, "Crônicas para jovens, de amor e amizade." 


Registrando o lançamento do clube de Leitura Leia Mulheres em Santos.


Com Julia Mikita, mediadoras em cena.



Registrando o segundo encontro do clube de Leitura Leia Mulheres em Santos.


Todo o encanto do livro "Poemas de Origami," selecionado para o encontro do clube de leitura Leia Mulheres de julho, das jovens autoras Julia Mikita e Isabella Pawlak.



Registrando o terceiro encontro do clube de leitura Leia Mulheres em Santos.


O livro "Malala, a menina que ir para a escola" nos emocionou profundamente. A obra de Adriana Carranca é de extraordinário valor para a humanidade.

Os três primeiros encontros do clube de leitura Leia Mulheres em Santos, foram simplesmente  experiências incríveis! 

Iniciamos um ciclo voltado para a propagação das obras das nossas  jovens autoras,  ao mesmo tempo em que seguimos trabalhando, firmes e fortes na difusão de conteúdos que priorizam a valorização e o reconhecimento literário das nossas consagradas autoras.  

Em setembro tem mais...


Dia 3 de setembro,  Leia Mulheres Especial Paixão Pagu.

Serviço:

Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos apresenta Paixão Pagu

Oficina Cultural Pagu -  Dia 3  de setembro de 2016 – 15:00 horas

Cadeia Velha - Praça dos Andradas, s/n Centro – Santos – SP – Brasil

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos Apresenta: Malala, a Menina que queria ir para a Escola.



No próximo dia 17 de agosto, acontecerá o encontro do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, com a mediação de Jam Pawlak e Julia Mikita na Estação da Cidadania,  situada à Avenida Ana Costa, nº 340, no horário das 19:00 às 20:30 horas,  em  debate estará o livro “Malala, a menina que queria ir para a escola,” da jornalista Adriana Carranca.

Malala Yousafzai, Prêmio Nobel da Paz, menina prodígio, que defende o direito à  educação para todas as crianças do mundo, é o melhor exemplo de inspiração e coragem para as novas gerações.
Recentemente, Malala Yousafzai, lançou a campanha #booksnotbullets, para conscientizar as pessoas sobre a importância dos livros e principalmente da educação, como pilares do verdadeiro desenvolvimento humano.

O livro Malala, a menina que queria ir para a escola, escrito pela jornalista brasileira Adriana Carranca, nos apresenta ao vale Swat e seus habitantes, inclusive uma muita conhecida, uma menina chamada Malala. Se você nunca ouviu falar de Malala, esse livro é perfeito para você entender porque todos falam dela.

No começo, conhecemos o vale do Swat e seu povo corajoso: os pashtuns. Além disso, conhecemos os costumes de um lugar muito diferente. Um lugar onde as casas ainda são construídas como eram há milênios atrás, equilibrando pedras de rio umas sobre as outras. O vale era um lugar de paz, até a chegada do talibã.

Antes deles as meninas iam a escola. Ler não era proibido.  Estudar era bom.

O grupo talibã era muito violento e era contra todo tipo de cultura ocidental, além de proibir qualquer tipo de educação para mulheres. Estudar tornou-se algo perigoso. As escolas eram intimadas a fechar e quem desobedecesse era castigado: podiam explodir a escola ou matar os membros, por exemplo.

“Curioso é que ‘talibã’, na terra da Malala, quer dizer ‘estudante’. Então, como podem não gostar de quem estuda? Acontece que, quando esses talibãs eram meninos, eles também não puderam estudar e não sabem o valor que isso tem. ”

No entanto, apesar dos perigos, Malala continuou indo para escola. E, o mais importante, divulgou sua situação para o mundo por meio de um blog.

O livro é muito bom e conta de forma leve e sucinta os principais detalhes da história da Malala. O livro contém belas notas de rodapé para desvendar termos e palavras comuns da cultura deles. É sem dúvida um livro para os mais novos, mas também é recomendável para os mais velhos, ou para qualquer um que se interessar sobre o assunto. "

“Malala, a menina que queria ir para a escola” da jornalista e escritora Adriana Carranca, com ilustrações de Bruna Assis Brasil, da Companhia das Letrinhas, é um livro perfeito para dar de presente, realizar leituras públicas, ou simplesmente, para ler  em voz alta no quarto das crianças antes de dormir.


Registrando o nosso encontro com a escritora e jornalista Adriana Carranca, autora do livro "Malala, a Menina que queria ir para a Escola."


Serviço
Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos apresenta Malala, a menina que queria ir para a escola.
Estação da Cidadania  -  Dia 17 de agosto de 2016 – 19:00 horas
Avenida Ana Costa, nº 340 – Santos – SP – Brasil