quarta-feira, 9 de novembro de 2016

CLUBE DE LEITURA #LEIAMULHERES EM SANTOS APRESENTA "SEJAMOS TODOS FEMINISTAS" DE CHIMAMANDA NGOZI ADICHIE



No próximo dia 26 de novembro,  acontecerá  a edição especial  do Clube de Leitura Leia Mulheres Santos, com a mediação de Jam Pawlak e Julia Mikita na Oficina Cultural Pagu,  situada na Cadeia Velha,  Praça dos Andradas S/N, Centro , no horário das 15:00 às 17:00 horas,  em  debate estará o livro “Sejamos Todos Feministas” da escritora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, em homenagem ao Mês da Consciência Negra, com a participação da equipe do Projeto Leia Santos, promovendo o incentivo à leitura através da atividade Adote Um Livro, com livros de autoras mulheres destinados à doação para o público em geral.  

Na obra de Chimamanda Ngozi Adichie,  podemos encontrar  afirmações relevantes referentes ao direito das mulheres; "a questão de gênero é importante em qualquer canto do mundo. É importante que comecemos a planejar e sonhar um mundo diferente. Um mundo mais justo. Um mundo de homens mais felizes e mulheres mais felizes, mais autênticos consigo mesmos. E é assim que devemos começar: precisamos criar nossas filhas de uma maneira diferente. Também precisamos criar nossos filhos de uma maneira diferente."

Chimamanda Ngozi Adichie ainda se lembra exatamente da primeira vez em que a chamaram de feminista. Foi durante uma discussão com seu amigo de infância Okoloma. "Não era um elogio. Percebi pelo tom da voz dele; era como se dissesse: “Você apoia o terrorismo!"  Apesar do tom de desaprovação de Okoloma, Adichie abraçou o termo e - em resposta àqueles que lhe diziam que feministas são infelizes porque nunca se casaram, que são "anti-africanas", que odeiam homens e maquiagem -  começou a se intitular uma "feminista feliz e africana que não odeia homens, e que gosta de usar batom e salto alto para si mesma, e não para os homens".

Neste  ensaio agudo, sagaz e revelador, Adichie parte de sua experiência pessoal de mulher e nigeriana para pensar o que ainda precisa ser feito de modo que as meninas não anulem mais sua personalidade para ser como esperam que sejam, e os meninos se sintam livres para crescer sem ter que se enquadrar nos estereótipos de masculinidade. Sejamos todos feministas é uma adaptação do discurso feito pela autora no TEDx Euston, que conta com mais de 1 milhão de visualizações e foi musicado por Beyoncé.

Chimamanda Ngozi Adichie nasceu na Nigéria, em 1977, aos 19 anos viajou para os  Estados Unidos com o intuito de estudar. Logo os seus contos apareceram em diversas publicações e receberam inúmeros prêmios como o da BBC Short Story Competition em 2002 e o O. Henry Short Story Prize em 2003. A escritora foi condecorada em 2008, com o Prêmio “Future Award” na categoria de Jovem do Ano e recebeu uma bolsa da MacArthur Foundation, considerada a “bolsa dos gênios”, no valor de 500 mil dólares. A sua obra encontra-se traduzida em trinta e um idiomas.


"Sejamos Todos Feministas" uma obra de Chimamanda Ngozi Adichie. 


Serviço:
Leia Mulheres Santos apresenta  Chimamanda Ngozi  Adichie, edição especial em homenagem ao Mês da Consciência Negra, com a participação da equipe do   Projeto Leia Santos.
Oficina Cultural Pagu -  Dia 26 de novembro de 2016 – 15:00 horas

Cadeia Velha - Praça dos Andradas, s/n Centro – Santos – SP – Brasil

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

CLUBE DE LEITURA #LEIAMULHERES EM SANTOS APRESENTA "OS CONTOS DE BEEDLE, O BARDO" DE J.K. ROWLING



No próximo dia 29 de outubro,  acontecerá o encontro do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, com a mediação de Jam Pawlak e Julia Mikita na Oficina Cultural Pagu, situada na Cadeia Velha, Praça dos Andradas, S/N,  no horário das 15:00 às  17:00 horas,  em  debate estará o livro “Os Contos de Beedle, o Bardo” de J.K. Rowling.  

“Os Contos de Beedle, o Bardo” nos conduzem  ao mundo dos bruxos, ao universo de Harry Potter;   segundo J. K. Rowling, o que a levou a publicar essa coletânea de histórias, foi uma “nova tradução dos contos feita por Hermione Granger”, a amiga inteligente de Harry Potter.

O livro de  J. K. Rowling traz cinco “histórias populares para jovens bruxos e bruxas”, mas que, com as notas explicativas da autora, podem ser perfeitamente lidas pelos “trouxas”, como J. K. Rowling se refere às pessoas sem poderes mágicos, como nós.  

Beedle nos leva ao mundo dos bruxos,  nas asas dos nossos  próprios contos de fada, do lado de cá do mundo dos “trouxas”, com algo em comum, entre os dois mundos, ambos agradaram  imensamente às crianças, principalmente quando  eram narrados pelos pais antes de dormir. Nas palavras da autora,  J.K. Rowling, encontramos uma explicação para a semelhança entre “os contos de Beedle e os contos de fada” – ““a virtude é normalmente premiada e o vício castigado”.

Nos contos de Beedle, no entanto, a magia não é tão poderosa quanto se pensa: seus personagens, apesar de serem dotados de poderes mágicos, não conseguem resolver seus problemas somente com  magia. As histórias mostram, desse modo, que ao contrário do que se pensa, a mágica pode tanto resolver quanto causar problemas ou pode simplesmente não ter efeito nenhum.

As heroínas de Beedle são bem diferentes daquelas dos contos de fada  que nos são familiares; elas não vivem esperando a chegada de  um príncipe que as venham salvar, elas enfrentam o próprio destino. No conto “A Fonte da Sorte”, por exemplo, são as três bruxas, Asha, Altheda e Amata, que procuram  a solução para seus próprios problemas. Elas buscam amor, esperança e a cura para uma doença na chamada “fonte da sorte”. Ao final da estória, elas alcançam aquilo que desejam, muito mais por méritos próprios do que pela magia das águas da fonte que, mesmo sem saberem, “não possuíam encanto algum”.

Para aqueles que sentiam falta de Dumbledore, o poderoso mago Diretor de Hogwarts, J.K. Rowling mata um pouco da saudade: no final de cada conto, há explicações e comentários do bruxo, os quais foram encontrados após sua morte. Suas explanações são bem pertinentes: elas mostram, por exemplo, que no mundo dos bruxos existia um preconceito contra os não-bruxos (os “trouxas”), há ponto de excluí-los dos contos, ou dar-lhes apenas o papel de vilões, e também alertam para o fato de que alguns dos contos foram censurados ao longo da história e adaptados para que se tornassem “adequados para as crianças,” exatamente como aconteceu com os contos de fada de um modo geral, os quais sofreram mudanças no enredo para que pudessem se adequar melhor à escola e ao mundo da criança. No entanto, os contos que nos são apresentados no livro são, segundo Dumbledore, os originais, ou seja, são os contos escritos por Beedle há muito tempo, sem adaptações.

Os contos, traduzidos por Hermione Granger das runas, são inéditos, com exceção de “O Conto dos Três Irmãos”, uma história contada para Harry, Rony e Hermione no sétimo livro da série de aventuras de Harry Potter, que tem papel crucial no fim da saga do jovem bruxo, apresentando-nos a Capa da Invisibilidade de forma espetacular.

Quanto às ilustrações do livro, quem as assina é a própria J.K. Rowling, que doou parte do lucro obtido com a venda de “Os Contos de Beedle, o Bardo” para o “Children’s High Level Group”, uma organização responsável por ajudar cerca de um quarto de milhão de crianças a cada ano.  É J.K. Rowling fazendo a diferença na literatura e no mundo.


A Escritora J.K. Rowling em foco no Clube de Leitura #LeiaMulheres.

                                                                         Serviço:
Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos apresenta
“Os Contos de Beedle, o Bardo” de J.K. Rowling
Dia 29 de Outubro de 2016 às 15:00 horas
Oficina Cultural Pagu – Cadeia Velha
Praça dos Andradas S/N - Centro –Santos – SP


quarta-feira, 24 de agosto de 2016

Poemas de Origami na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo

Julia Mikita & Isabella Pawlak.


O livro "Poemas de Origami" da All Print Editora,  em parceria com a Organização Neo Humanitarismo Universalista, terá Sessão de autógrafos na 24° Bienal de São Paulo, com a presença das autoras, Julia Mikita e Isabella Pawlak.

Os visitantes da  24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, poderão conhecer as autoras do livro Poemas de Origami  e se divertir na oficina de origami do projeto Paper For Peace, do Clube Sadako Sasaki.

As jovens escritoras Julia Mikita e Isabella Pawlak  estarão no stand da All Print Editora, autografando o livro “Poemas de Origami” no dia 30 de agosto, a partir das 13:00 horas.

O livro Poemas de Origami representa a união da sensibilidade humana com a habilidade manual de poder criar formas apenas com um pedaço de papel, escritos a 7 mãos por duas jovens poetas, favorecendo a concentração, a paciência, a inspiração, a emoção, a dedicação, a composição e a satisfação pessoal de fazer algo realmente criativo entre centenas de dobraduras, versos, estrofes ou simplesmente prosa, repleta de sentimento, profundamente humana; sob os auspícios de paz e harmonia, das quatro estações do ano, que registram através de um haicai, o passar do tempo entre o céu e a terra, do Oriente ao Ocidente.
São poemas do Brasil para o Japão, e do Japão para o mundo, oriundos do Porto de Santos, onde em 1908 aportou o navio Kasato Maru, trazendo a bordo os primeiros 781 imigrantes japoneses.




Serviço:
Poemas de Origami na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo
Sessão de Autógrafos com as autoras Julia Mikita e Isabella Pawlak
Data: 30  de agosto de 2016 – 13:00 às 15:00 horas
Local: Av. Olavo Fontoura, 1209 – Parque Anhembi - São Paulo - SP

CLUBE DE LEITURA #LEIAMULHERES APRESENTA "PAIXÃO PAGU" EM SANTOS



No próximo dia 3 de setembro, acontecerá o encontro do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, com a mediação de Jam Pawlak e Julia Mikita na Oficina Cultural Pagu,  instalada na Cadeia Velha,  Praça dos Andradas, s/n Centro, Santos, no  horário das 15:00 às 17:00 horas,  em  debate estará o livro “Paixão Pagu” a  autobiografia precoce de Patrícia Galvão, logo em seguida será realizada a leitura dramática do monólogo Pagu X Pagu, baseado no texto do livro “Paixão Pagu” em homenagem ao 58º FESTA, Festival Santista de Teatro – Mostra Paralela.

A autobiografia precoce de Patrícia Galvão é um livro para ser lido de uma só vez, devorado sem piscar os olhos, e ao mesmo tempo, também é uma carta depoimento, um convite aberto para uma história repleta de angústia, dor, luta, aprendizado, sentimento, autenticidade, e uma personalidade perturbadora que destoa do mundo pequeno burguês que a sufoca. Pagu é moderna demais para um mundo de mente estreita, é uma mulher extremamente forte para uma época na qual as mulheres não tinham nem prerrogativa ou sequer perspectiva de dias melhores; em um Brasil pré-moderno, onde elas não tinham voz, não tinham sonhos e não podiam “desejar” absolutamente nada, e se por acaso, cometessem o erro de se expressar através das palavras, e essas palavras acabassem publicadas nos jornais, os próprios jornais outorgavam a seguinte sentença: Autor Anônimo.

O monólogo Pagu X Pagu  nos coloca frente a frente com Pagu, na cela onde ela ficou presa, devorada pelas regras impostas pelo paternalismo do estado nacional, no auge dos  anos 30/40, sob a sina de irresponsável, exibicionista, incompreendida pela família e pela sociedade, inquieta, pervertida pelos excessos do movimento antropofágico,   corrompida pela produção intelectual sem limites, e em busca de uma diversidade surreal.

Patrícia Rehder Galvão, Pagu, foi a primeira mulher presa por motivações políticas no Brasil no século XX, há exatos 85 anos, quando participou da organização de uma greve de estivadores em Santos.

Pagu foi escritora, jornalista, produtora cultural e uma das grandes mulheres do movimento modernista brasileiro.



Serviço:

Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos apresenta Paixão Pagu
Oficina Cultural Pagu -  Dia 3  de setembro de 2016 – 15:00 horas
Cadeia Velha - Praça dos Andradas, s/n Centro – Santos – SP – Brasil



terça-feira, 23 de agosto de 2016

Leia Mulheres Santos: experiências incríveis em pauta!


Santos, uma cidade de leitores.

A primeira edição do Leia Mulheres em Santos, aconteceu no dia 10 de junho de 2016, na Oficina Cultural Pagu. Era uma noite muito fria, mas os nossos corações estavam aquecidos pelo imenso amor à leitura e à obra de Clarice Lispector, que escolhemos para o lançamento do clube de leitura em Santos.


Anunciando o clube de leitura Leia Mulheres.


Compartilhando o livro de Clarice Lispector, que nos conduziu pelos caminhos do amor e da amizade, "Crônicas para jovens, de amor e amizade." 


Registrando o lançamento do clube de Leitura Leia Mulheres em Santos.


Com Julia Mikita, mediadoras em cena.



Registrando o segundo encontro do clube de Leitura Leia Mulheres em Santos.


Todo o encanto do livro "Poemas de Origami," selecionado para o encontro do clube de leitura Leia Mulheres de julho, das jovens autoras Julia Mikita e Isabella Pawlak.



Registrando o terceiro encontro do clube de leitura Leia Mulheres em Santos.


O livro "Malala, a menina que ir para a escola" nos emocionou profundamente. A obra de Adriana Carranca é de extraordinário valor para a humanidade.

Os três primeiros encontros do clube de leitura Leia Mulheres em Santos, foram simplesmente  experiências incríveis! 

Iniciamos um ciclo voltado para a propagação das obras das nossas  jovens autoras,  ao mesmo tempo em que seguimos trabalhando, firmes e fortes na difusão de conteúdos que priorizam a valorização e o reconhecimento literário das nossas consagradas autoras.  

Em setembro tem mais...


Dia 3 de setembro,  Leia Mulheres Especial Paixão Pagu.

Serviço:

Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos apresenta Paixão Pagu

Oficina Cultural Pagu -  Dia 3  de setembro de 2016 – 15:00 horas

Cadeia Velha - Praça dos Andradas, s/n Centro – Santos – SP – Brasil

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos Apresenta: Malala, a Menina que queria ir para a Escola.



No próximo dia 17 de agosto, acontecerá o encontro do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, com a mediação de Jam Pawlak e Julia Mikita na Estação da Cidadania,  situada à Avenida Ana Costa, nº 340, no horário das 19:00 às 20:30 horas,  em  debate estará o livro “Malala, a menina que queria ir para a escola,” da jornalista Adriana Carranca.

Malala Yousafzai, Prêmio Nobel da Paz, menina prodígio, que defende o direito à  educação para todas as crianças do mundo, é o melhor exemplo de inspiração e coragem para as novas gerações.
Recentemente, Malala Yousafzai, lançou a campanha #booksnotbullets, para conscientizar as pessoas sobre a importância dos livros e principalmente da educação, como pilares do verdadeiro desenvolvimento humano.

O livro Malala, a menina que queria ir para a escola, escrito pela jornalista brasileira Adriana Carranca, nos apresenta ao vale Swat e seus habitantes, inclusive uma muita conhecida, uma menina chamada Malala. Se você nunca ouviu falar de Malala, esse livro é perfeito para você entender porque todos falam dela.

No começo, conhecemos o vale do Swat e seu povo corajoso: os pashtuns. Além disso, conhecemos os costumes de um lugar muito diferente. Um lugar onde as casas ainda são construídas como eram há milênios atrás, equilibrando pedras de rio umas sobre as outras. O vale era um lugar de paz, até a chegada do talibã.

Antes deles as meninas iam a escola. Ler não era proibido.  Estudar era bom.

O grupo talibã era muito violento e era contra todo tipo de cultura ocidental, além de proibir qualquer tipo de educação para mulheres. Estudar tornou-se algo perigoso. As escolas eram intimadas a fechar e quem desobedecesse era castigado: podiam explodir a escola ou matar os membros, por exemplo.

“Curioso é que ‘talibã’, na terra da Malala, quer dizer ‘estudante’. Então, como podem não gostar de quem estuda? Acontece que, quando esses talibãs eram meninos, eles também não puderam estudar e não sabem o valor que isso tem. ”

No entanto, apesar dos perigos, Malala continuou indo para escola. E, o mais importante, divulgou sua situação para o mundo por meio de um blog.

O livro é muito bom e conta de forma leve e sucinta os principais detalhes da história da Malala. O livro contém belas notas de rodapé para desvendar termos e palavras comuns da cultura deles. É sem dúvida um livro para os mais novos, mas também é recomendável para os mais velhos, ou para qualquer um que se interessar sobre o assunto. "

“Malala, a menina que queria ir para a escola” da jornalista e escritora Adriana Carranca, com ilustrações de Bruna Assis Brasil, da Companhia das Letrinhas, é um livro perfeito para dar de presente, realizar leituras públicas, ou simplesmente, para ler  em voz alta no quarto das crianças antes de dormir.


Registrando o nosso encontro com a escritora e jornalista Adriana Carranca, autora do livro "Malala, a Menina que queria ir para a Escola."


Serviço
Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos apresenta Malala, a menina que queria ir para a escola.
Estação da Cidadania  -  Dia 17 de agosto de 2016 – 19:00 horas
Avenida Ana Costa, nº 340 – Santos – SP – Brasil


quarta-feira, 20 de julho de 2016

CLUBE DE LEITURA LEIA MULHERES APRESENTA POEMAS DE ORIGAMI EM SANTOS


No próximo dia 23 de julho, acontecerá o encontro do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, com a mediação de Jam Pawlak na Oficina Cultural Pagu, situada à Rua Espírito Santo, nº 17, no horário das 15:00 às 17:00 horas,  em  debate estará o livro Poemas de Origami, das jovens escritoras santistas, Julia Mikita, e Isabella Pawlak. O livro Poemas de Origami, é baseado na arte milenar do origami, oriunda  do Japão, que consiste na criação de formas através da dobradura de papéis, sem o uso de cortes. 

Os Poemas de Origami representam a união da sensibilidade humana com a habilidade manual de poder criar formas apenas com um pedaço de papel; escritos à 7 mãos por duas jovens poetas: favorecendo a concentração, a paciência, a inspiração, a emoção, a dedicação, a composição e a satisfação pessoal de fazer algo realmente criativo entre centenas de dobraduras, versos, estrofes ou simplesmente prosa, repleta de sentimento, profundamente humana; sob os auspícios de paz e harmonia, das quatro estações do ano, que registram através de um haicai,   o passar do tempo entre o céu e a terra, do Oriente ao Ocidente.

São poemas do Brasil para o Japão, e do Japão para o mundo, oriundos do Porto de Santos,   onde em 1908, aportou o navio Kasato Maru, trazendo a bordo os primeiros 781 imigrantes japoneses.    
A autora Julia Mikita, tem 18 anos, é natural da cidade de São Paulo. Começou a escrever poemas e a dobrar origami desde os sete anos de idade. Atualmente é a Presidente do Clube Sadako Sasaki de Santos, litoral de São Paulo, e a idealizadora do Projeto Origami do Amor, um dos projetos vencedores do Programa Disney Amigos Transformando O Mundo de 2014. Participou de diversos projetos da Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONH-U,  e de recitais de poemas e leituras dramáticas no Parque da Aclimação, Casa das Rosas,  e Bienal Internacional do Livro de São Paulo. A  jovem poeta gosta muito de ler, de praticar esportes e de jogar xadrez com os amigos. É voluntária do Clube de Leitura Lewis Carroll de Santos, onde colabora para a difusão do hábito da leitura entre as crianças. Julia Mikita também é uma das mediadoras do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos.

Isabella Pawlak, tem 16 anos, é natural de São Paulo. Desde pequena gosta de ler, escrever, e de desenhar. Manteve um blog com sua irmã, Julia, de poemas escritos por elas, quando eram crianças. Adora lasanha, é caseira e gosta de filmes. Sonha em um dia morar em L.A. e quem sabe trabalhar em Hollywood. Já participou de muitos projetos em conjunto com a Organização Neo Humanitarismo Universalista, ONNH-U, especialmente com o Núcleo de Cinema Ambiental. Recitar poemas e dobrar origami fez parte da sua infância; assim como participar de projetos de incentivo a leitura e de preservação ao meio ambiente.  Atualmente, é Presidente do Clube de Leitura Lewis Carroll de Santos, litoral de São Paulo e voluntária do Clube Sadako Sasaki.

O livro Poemas de Origami terá uma tarde de autógrafos muito especial no dia 30 de agosto de 2016, na 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo.

O Clube de Leitura Leia Mulheres inspirou-se na ação realizada em 2014, pela  escritora britânica Joanna Walsh, responsável pelo lançamento do projeto #readwomen2014 (#leiamulheres2014), que consistiu basicamente em ler mais escritoras. O mercado editorial ainda é muito restrito e as mulheres não possuem tanta visibilidade, por isso a importância primordial desse projeto.

No Brasil, a iniciativa de promover a  difusão da leitura de obras escritas por mulheres, coube às entusiastas jovens  Juliana Gomes, Juliana Leuenroth e Michelle Henriques; “decidimos fazer clubes de leitura, convidar a todos a nos acompanharem nas leituras de obras escritas por mulheres, de clássicas a contemporâneas.” Atualmente, o Clube de Leitura Leia Mulheres está presente nas seguintes cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Itapetininga, Salvador, São Bernardo do Campo –ABC, Campinas, Campina Grande, Sorocaba, Boa Vista, Natal, Goiânia, Florianópolis, Maceió, Juiz de Fora,  Niterói.

O Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, tem como mediadoras, a teatróloga e produtora audiovisual, Jam Pawlak, e a escritora e blogueira Julia Mikita, dedicadas ao incentivo da leitura entre as meninas, as mulheres e as suas famílias desde 2011.

Serviço:
Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos apresenta Poemas de Origami
Oficina Cultural Pagu -  Dia 23  de julho de 2016 – 15:00 horas
Rua Espírito Santo, nº 17 – Santos – SP – Brasil


terça-feira, 31 de maio de 2016

Clube de Leitura #LeiaMulheres em Santos


Lançamento do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos.

No próximo dia 10 de junho, acontecerá o lançamento do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, com as mediadoras Jam Pawlak e Julia Mikita, na Oficina Cultural Pagu, situada à Rua Espírito Santo, nº 17, no horário das 19:00 às 21:00 horas,  em  homenagem a escritora Clarice Lispector, com o intuito de compartilhar as delícias   da leitura do livro “Crônicas Para Jovens De Amor E Amizade”, uma obra envolvente de Clarice Lispector,  que convida as  jovens leitoras a se apaixonar também pela palavra, pelos livros, pelos instantes e pela vida.

Clarice Lispector nasceu em Tchetchelnik, na Ucrânia, em 10 de dezembro de 1920, chegou ao Brasil em 1922, residindo em Maceió, Recife, Rio de Janeiro e Belém. Por ter sido casada com o diplomata Maury Gurgel Valente, com quem teve dois filhos, Clarice também morou em Nápoles (Itália), Berna (Suíça), Washington (EUA), e Torquay (Inglaterra), antes de retornar ao Rio de Janeiro, onde faleceu em 9 de dezembro de 1977.

O Clube de Leitura Leia Mulheres inspirou-se na ação realizada em 2014, pela  escritora britânica Joanna Walsh, responsável pelo lançamento do projeto #readwomen2014 (#leiamulheres2014), que consistiu basicamente em ler mais escritoras. O mercado editorial ainda é muito restrito e as mulheres não possuem tanta visibilidade, por isso a importância primordial desse projeto.

No Brasil, a iniciativa de promover a  difusão da leitura de obras escritas por mulheres, coube às entusiastas jovens  Juliana Gomes, Juliana Leuenroth e Michelle Henriques; “decidimos fazer clubes de leitura, convidar a todos a nos acompanharem nas leituras de obras escritas por mulheres, de clássicas a contemporâneas.” Atualmente, o Clube de Leitura Leia Mulheres está presente nas seguintes cidades São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Porto Alegre, Fortaleza, Brasília, Recife, Belo Horizonte, Itapetininga, Salvador, São Bernardo do Campo –ABC, Campinas, Campina Grande, Sorocaba, Boa Vista, Natal, Goiânia, Florianópolis, Maceió, Juiz de Fora,  Niterói.

O Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos, tem como mediadoras, a teatróloga e produtora audiovisual, Jam Pawlak, e a escritora e blogueira Julia Mikita, dedicadas ao incentivo da leitura entre as meninas, as mulheres e as suas famílias desde 2011.


Julia Mikita e Jam Pawlak, mediadoras do Clube de Leitura Leia Mulheres em Santos.

Serviço:
Lançamento do Clube de Leitura LEIA MULHERES em Santos
Oficina Cultural Pagu -  Dia 10 de junho de 2016 – 19:00 horas

Rua Espírito Santo, nº 17 – Santos – SP – Brasil

quinta-feira, 12 de maio de 2016

A Incrível Jornada Dos Tsurus...

“Eu escreverei paz em suas asas e você voará o mundo inteiro”.
Sadako Sasaki

A Incrível Jornada dos Tsurus começou a 110 metros de altura, na Torre  Mercês, em Curitiba.

Era uma apresentação para lembrar a tragédia atômica de Hiroshima e Nagasaki, intitulada Buzz of the Peace in Hiroshima and Nagasaki, com o intuito de preservar a memória mundial, lembrando através das artes cênicas, os 50 Anos das explosões atômicas nas cidades japonesas durante a II Guerra Mundial.

A tragédia não poderia ser simplesmente esquecida. Milhares de pessoas perderam suas cidades, suas casas e suas famílias. A explosão da bomba atômica destruiu também a essência dos sentimentos humanos.

Através do ballet moderno e sob os acordes de "Assim Falou Zaratustra" de Richard Stauss, desenrolou-se a coreografia da dança da espada e do coração em um cenário à luz de velas, no alto da Torre Mercês, em Curitiba. Como o Zaratustra de Nietzsche, a personagem Yoko, vive marcada pela dor. Em meio a conflitos consigo mesma e com os escombros do ódio, Yoko redescobre a arte do origami e volta a dançar. Dançando, Yoko supera todos os seus limites, dobrando pequenos tsurus, Yoko encontra o verdadeiro caminho para a paz.


Em 2016, celebramos o aniversário de 21 anos da Incrível Jornada Dos Tsurus em prol da Cultura de Paz, através das artes cênicas,  das artes visuais e da arte do origami.


                                      A Incrível Jornada dos Tsurus ... uma história de amor pela arte do origami,  passada de geração para geração.

E a Incrível Jornada dos Tsurus continua...


 

terça-feira, 23 de fevereiro de 2016

O Meu Jardim Secreto...


Em 2015, ganhei de presente da minha filha, Isabella Pawlak, o meu primeiro livro de colorir e caça ao tesouro antiestresse, o famoso "Jardim Secreto" de Johanna Basford, e confesso que me diverti com a preocupação da minha filha, acompanhando discretamente a arte de colorir da mãe,  diante da agitação do dia a dia. 

É um verdadeiro tesouro antiestresse, proporcionando pausas essenciais para o cotidiano, através de momentos exclusivos com 12 ecolápis de cor, que vez ou outra se perdem na bolsa  e fazem você alterar a composição  de  cores com misturas surpreendentes. 

O meu jardim secreto é único, com flores e versos, inspiração e dedicação, amor e encantamento. O meu jardim secreto também me ensinou a pintar uma página de cada vez, a escrever um poema depois de completar uma pintura, e a desejar que o livro não tivesse fim... 


O meu jardim secreto me deixou completamente em harmonia com a natureza.